Category "Sorvetes"

30 de setembro de 2020

Chegou o sorbet de cupuaçu Bapka: sem leite, sem lactose e em novas lojas para você aproveitar!

by Ana
Empresa, Sorvetes

São duas boas notícias em uma. O sorbet de cupuaçu Bapka já está à venda nos bufês da marca. E agora os curitibanos tem novas lojas disponíveis para consumir o produto, como veremos neste post.

Popsicle lá, picolé de fruta aqui

“O sorbet é um sorvete leve e saboroso feito sem leite e à base de água e da polpa da fruta” – explica o engenheiro químico Marcos Chimiluk, que trabalhou no desenvolvimento do sorbet de cupuaçu da Bapka.

De acordo com o Trésor de la Langue Française, a palavra sorbet surgiu no século XVI. Criado na Turquia, nessa época o sorbet não era muito diferente de um suco de fruta congelado.

Com o passar do tempo, essa guloseima invadiu a Itália e foi aperfeiçoada na França, onde se tornou o tipo de sorvete que conhecemos hoje.

E agora o sorbet ficou mais exótico com o toque brasileiro do cupuaçu.

Por que sorbet de cupuaçu?

Típico da Amazônia e muito presente no norte e no nordeste do Brasil, o fruto do cupuaçuzeiro (Theobroma grandiflorum, família Malvaceae) tem um sabor riquíssimo que conquistou fãs em todo o território nacional.

Na culinária, já tem fã clube inclusive no Sul. Por aqui, é bastante utilizado em sucos, sobremesas e até na produção de chocolates.

Afinal, quem não gosta de uma cremosa mousse de cupuaçu? Nunca provou? Corre para a Bapka e não perca a chance de degustar esse sabor deliciosamente brasileiro!

Sem leite. Sem lactose.

Para a fabricação do sorbet de cupuaçu Bapka, o fruto é trazido da Bahia. É em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba, que a polpa do cupuaçu baiano vira sorbet paranaense.

Além do sabor único, o sorbet de cupuaçu Bapka tem a vantagem de não conter lactose. Isso significa que pode ser consumido sem medo por pessoas com algum grau de intolerância ou alergia ao açúcar do leite.

Por outro lado, o sorbet de cupuaçu Bapka favorece também os celíacos.

“Não há nenhuma fonte de glúten nesse produto. Inclusive, o sorbet é feito nessa instalação em Fazenda Rio Grande porque aqui a gente não manipula nada que tenha lactose ou glúten. Dessa forma, não é possível ocorrer qualquer tipo de contaminação cruzada” – explica Chimiluk.

Sorbet seguro, sem contaminação cruzada

A contaminação cruzada ocorre na lavoura, transporte ou indústrias que manipulam alimentos sem glúten nas mesmas máquinas onde passam produtos com glúten.

Um caso muito comum é o da aveia. Naturalmente, esse cereal não contém glúten. Mas como costuma ser processado e embalado nas mesmas máquinas por onde passam farinha de trigo e outros cereais ricos em gúten, acaba sendo contaminado e pode ser perigoso para pessoas celíacas.

Por isso a linha de sorbet da Bapka é fabricada em uma planta industrial própria. Isso torna o produto totalmente livre de contaminação cruzada e seguro para alérgicos ou intolerantes a glúten e lactose.

Atualmente, além do novo sorbet de cupuaçu, a Bapka também comercializa os sorbets de açaí com guaraná, açaí com banana e açaí com morango. Eles também são fabricados na indústria de Fazenda Rio Grande e, igualmente, não contêm glúten nem lactose.

Comercialização do novo sorbet de cupuaçu Bapka

Você encontra o sorbet de cupuaçu em sorveterias de varejo e no bufê das lojas padrão Bapka. Além de consumi-lo nesses locais, você também pode levar para casa embalagens de 5 litros.

Nas lojas padrão, a política de preços é padronizada e as promoções realizadas pela Bapka são garantidas. Isso tem atraído cada vez mais consumidores para as sorveterias exclusivas da marca. “A procura pela loja padrão é muito grande. Como se trata de padronização, o consumidor já sabe onde tem os produtos da marca no preço promocional” – explica Valdir Luiz do Carmo, gerente comercial da Bapka há 19 anos.

Novas lojas para consumir sorbets e sorvetes Bapka

Duas lojas padrão Bapka foram inauguradas em fevereiro de 2019. Ambas em bairros considerados nobres de Curitiba: o Cristo Rei e o Juvevê.

A localização das novas lojas mostra que a marca, apesar de ter uma política de preços acessíveis, tem qualidade reconhecida em todas as classes sociais.

“A receptividade está sendo muito boa. O respeito com o nosso produto é cada vez maior nas classes A, B, C e D” ­­ – diz do Carmo.

Nova loja Bapka Cristo Rei

Inaugurada no dia 22 de fevereiro, a loja Bapka do Cristo Rei fica na Avenida Nossa Senhora da Penha, 161. Está próxima ao Extra 24 horas. Além do tradicional bufê de sorvetes Bapka, oferece picolés, potes, milk-shakes, o novo sorbet de cupuaçu Bapka e também os de açaí, além de petit gateau.

A sorveteria abre diariamente, das 10 às 18 horas. “Foi feito um estudo de movimento e é um bom ponto de circulação” – disse Alexandre do Carmo, proprietário da sorveteria.

Sorveteria Bapka do Juvevê

Toda a linha de sorvetes Bapka está à disposição dos curitibanos na nova loja da Rua Doutor Goulin, 1259. A sorveteria fica quase na esquina com a Padre Germano Mayer, um ponto de grande movimentação na zona norte de Curitiba.

A Bapka do Juvevê foi inaugurada em 21 de fevereiro. E o movimento superou as expectativas. “Escolhemos esse ponto porque era um dos locais em que a Bapka ainda não tinha loja. A expectativa é a melhor possível e o movimento no dia de inauguração foi muito bom, apesar da chuva” – diz Luiz Felipe Ferreira, proprietário da sorveteria.

A loja Bapka do Juvevê funciona diariamente, das 10 às 19 horas.

É mais um local privilegiado para tomar o novo sorbet de cupuaçu Bapka.

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30 de setembro de 2020

O picolé de fruta nasceu no inverno

by Ana
Sorvetes

Quem acha que sorvete e picolé de fruta são alimentos de verão, está enganado! No mundo todo, consome-se muito sorvete, de massa ou no palito, mesmo na estação mais fria do ano. E tanto o picolé de fruta quanto o sorvete de massa surgiram… no inverno!

Já contamos aqui como foi que nasceu o sorvete de massa: na neve da China, diz a tradição. E o picolé de fruta? Este surgiu…

No frio dos Estados Unidos

Foi um menino de 11 anos, o americano Frank Epperson (1894-1983), que inventou o picolé. E foi por acidente.

Em uma noite muito, muito fria da cidade de São Francisco, na Califórnia, Frank mexia suco em uma xícara (outra versão diz que era refrigerante em pó com água). Ele usava em sua brincadeira um pauzinho de madeira (alguns dizem que era um talher de cozinha).

Quando cansou de brincar, ele esqueceu a mistura na varanda de casa. Ela ficou lá a noite toda, no frio intenso. E quando Epperson acordou, na manhã seguinte, o suco tinha virado o primeiro picolé do mundo. Graças ao frio que congelou a mistura!

Do suco congelado ao popsicle

A invenção do picolé de fruta aconteceu no inverno de 1905. Dezoito anos depois, Epperson fez uma festa e serviu para os amigos o seu picolé – que batizou de “Eppsicle”. É a mistura do nome Epperson com a palavra icicle, que em inglês significa “pingente de gelo”.

Foi só então que o inventor decidiu transformar sua invenção em negócio. E mudou o nome do picolé de fruta de Eppsicle para Popsicle. Isso porque os filhos batizaram a guloseima de Pop’s´sicle  – algo como “gelinho do papai”.

Popsicle foi patenteado em 1924. Anos depois, Epperson  vendeu a patente para uma companhia que tem mercado e influência ainda hoje nos Estados Unidos e no Canadá. E popsicle virou substantivo para picolé nos países de língua inglesa.

Popsicle lá, picolé de fruta aqui

De acordo com o colunista Sérgio Rodrigues, colunista da revista Veja On-line, a origem do termo picolé é duvidosa. Para ele, alguns etimologistas “ligam ao italiano piccolo, ‘pequeno’, surgido já no século XX para designar o sorvete espetado num pauzinho”.

O fato é que aqui no Brasil, o picolé ganhou uma variedade  de sabores tão imensa quanto a nossa natureza. E com técnicas aperfeiçoadas de manufatura, logo foi aprimorado com leite em versões cremosas.

Só na Sorvetes Bapka, são 19 sabores. Tem picolé de fruta de uva, limão, morango, abacaxi, maracujá e tutti frutti. Além dos cremosos de milho verde, coco, nata, leite condensado, chocolate e iogurte de morango. Na linha Ituzinho, leite condensado, coco, chocolate e morango. E nos especiais com cobertura de chocolate, Esquicoco (esquimó de coco), Esquimorango (sorvete de morango com cobertura de chocolate branco) e Brigadeiro (coberto com chocolate granulado). Só temos uma coisa a dizer: Epperson, você foi um menino genial!

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30 de setembro de 2020

Sabe quem inventou o sorvete? Foi a natureza…

by Ana
Sorvetes

É o que diz a história: o sorvete surgiu há mais de 3 mil anos na China. Os ingredientes básicos eram leite, arroz e…neve. Isso mesmo! Era uma sobremesa de leite e arroz congelada na neve. Na verdade, a neve era adicionada ao leite para fazer um tipo de creme gelado. Então dá para dizer que quem inventou o sorvete foi a própria natureza, em parceria com a inspiração chinesa.

Quem inventou o sorvete? Da China para o mundo

No século 13, o explorador Marco Polo, que esteve na China por um bom tempo, se apaixonou pela invenção oriental e a levou consigo para a Itália.

Trezentos anos depois, o cozinheiro Bernardo Buontalenti reformulou a receita e criou um sorvete com mais cremosidade. Essa ideia pegou na França, onde a primeira sorveteria foi criada, em 1670. Em menos de uma década, já havia mais de 250 fabricantes no mundo. Quem resiste a um sorvete, não é?

A história mostra que o fascínio pelas sobremesas geladas sempre existiu, naturalmente. Tanto que o ingrediente fundamental do primeiro gelado era a neve… Quem inventou o sorvete só precisou acrescentar o sabor e o valor nutritivo do leite e do arroz.

No Brasil, o sorvete de massa começou a ser produzido de forma artesanal em cafés e confeitarias no século 19. E a primeira fábrica de sorvetes no país foi a U.S. Harkson, que abriu as portas em 1941.

Quem inventou o sorvete merece um prêmio

A Sorvetes Bapka entrou para essa história em 1993. Começou bem pequenina no bairro Abranches, em Curitiba. Hoje, naquele local funciona a loja da fábrica com sistema autosserviço, brinquedos e uma inovadora Casa de Sopas. Uma invenção curitibana da gema: frio com bufê de sopa e sorvete!

A produção da Bapka está em Almirante Tamandaré, na região da capital paranaense, e possui capacidade para fabricar 3 mil litros de sorvete por hora. A marca é uma das mais queridas na região de Curitiba. E acha que quem inventou o sorvete merece um prêmio! Viva os chineses!

É o trajeto da felicidade: da China a invenção foi para a Europa, da Europa para o Brasil, e do Brasil para Almirante Tamandaré. E da fábrica da Bapka para a nossa geladeira… Quando o sorvete chegou ao Brasil, no século 19, pouquíssimas pessoas tinham refrigerador em casa. Hoje podemos levar potes de sorvete e mantê-los no congelador para criar nossa própria maneira de consumo. E esse é um dos fortes da Bapka. Então, quando você abrir o próximo pote, lembre-se de quem inventou o sorvete e que no começo ele era arroz com leite e neve! Um presente da natureza e dos chineses! Eles inventaram isso: 冰淇淋. Nós fazemos sorvete em português.

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30 de setembro de 2020

Sorvete de massa e no palito fazem mal no inverno?

by Ana
Sorvetes

Esta é uma pergunta que virou mito: no frio, tomar sorvete de massa ou picolé faz mal? Pouca gente sabe a resposta. E mesmo sem saber a verdade, muitos apreciadores de sorvete deixam de consumi-lo no inverno.

Curioso é que em países frios, com inverno bem mais potente que o nosso, a população toma muito mais sorvete que nós. Na Suíça, por exemplo, o consumo anual de sorvete gira em torno de 14,4 litros por pessoa! E sabe quanto consumimos aqui no Brasil? Cada habitante toma 5,44 litros por ano, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes (ABIS).   Incrível, não? Se o mito fosse verdade, os europeus viveriam doentes!

Sorvete de massa e picolé causam dor de garganta e gripe?

Ouvimos esse mito desde pequenos. Provavelmente ele foi criado por nossos pais, que usavam a desculpa para nos fazer comer feijão, arroz, legumes e verduras que detestávamos.

No entanto, não há doenças cientificamente associadas ao consumo de sorvete. A gripe, por exemplo, é contagiosa e causada por vírus, como sabemos. E não por tomarmos sorvete de massa ou no palito…

Não é o frio que causa doenças, e sim fatores comuns ao período de inverno. É o caso do ressecamento do ar, provocado por ar condicionado ou aquecedores.  O ar seco nos torna mais suscetíveis a vírus, fungos e bactérias.

Já as janelas fechadas, sem circulação de ar, favorecem a proliferação desses patógenos e aumentam as chances de ficarmos gripados ou com dor de garganta. A causa, portanto, não é o frio ou o consumo de sorvetes.

O que dizem os médicos?

Os médicos sabem disso. Tanto que se estamos com amigdalite e inflamações na garganta, os alimentos gelados são mais recomendados que os quentes. Quando operamos a garganta, o sorvete é o alimento indicado pelos cirurgiões. E o mesmo acontece quando extraímos um dente. O gelado favorece a cicatrização e impede que hemorragias ocorram nesses casos.

Para o Dr. Paulo Henrique Feitosa, da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (em entrevista ao portal UOL): “É muito comum se confundir doenças como faringite, sinusite e rinite com resfriado e gripe. Mas essas duas últimas são transmitidas de uma pessoa para outra, não tem como pegar essas doenças tomando um sorvete”.

 Por que sorvete de massa é “massa” também no inverno

O sorvete de massa é feito basicamente de leite, açúcar, gordura e, no caso da Sorvetes Bapka, calda natural de frutas, de fabricação própria.

Por isso é considerado um alimento nutritivo, já que fornece ao corpo proteína, açúcar, gordura, cálcio, fósforo, vitaminas e outros minerais que fazem bem à saúde. Especialmente o teor alto de proteína e cálcio são interessantes.

No inverno, uma opção que agrada muito aos brasileiros é combinar as características nutricionais do sorvete de massa com caldas quentes de fruta ou chocolate. Um sorvete de creme com calda de amoras, por exemplo, é irresistível! Uma sobremesa versátil, fácil e que agrada a todos.

Ideias para enfrentar o frio…tomando sorvete de massa!

De acordo com a ABIS, os sorvetes mais consumidos pelos brasileiros no outono e inverno são os encorpados, acrescidos de chocolate e oleaginosas como nozes, castanhas, macadâmia e amêndoas.

A combinação de sorvetes de massa com tortas quentes é outra tradição no sul do Brasil. Por aqui, aquela tradicional farofa amanteigada das “cucas” (ou “cuques”, para os curitibanos) é assada com frutas frescas e secas, sementes e especiarias.

O resultado é uma espécie de torta crocante e deliciosa, que costuma ser servida quentinha com sorvete. É uma variação do crumble que fica um charme! Vale até mesmo a nossa torta de banana com farofa, saindo do forno e acompanhada de um sorvetinho…. Dispensa comentários.

peti gateau é outra sobremesa que encanta o paladar nacional. O “pequeno bolo” de chocolate com miolo quentinho, derretendo na boca, fica sensacional acompanhado de uma ou duas bolas de sorvete. É uma sobremesa que causa um mundo de contrastes e sensações prazerosas. Nas sorveterias da Bapka, o petit gateau é uma das opções de consumo oferecidas ao público. E faz enorme sucesso no inverno!

Criar receitas com café, licores e cremes, adicionar grãos, cereais, caldas ou servir o sorvete de massa com brownies, crepes e o que vier à mente… O que manda é a criatividade e o calor dos momentos felizes em boas companhias. Para ficar aconchegado no inverno, que tal um sorvetinho?

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30 de setembro de 2020

Olá, internet. Olá, conteúdo. É a Sorvetes Bapka na era digital!

by Ana
Empresa, Sorvetes

A Sorvetes Bapka acaba de dar olá à geração de conteúdo digital, imprimindo sua marca no universo WEB. Como? Criou um blog. Atualizou seu site e começa a publicar conteúdos relevantes e informativos sobre o universo dos sorvetes. Desta forma, irá abrir um ponto de contato permanente com o público.

Relacionamento com clientes e com a comunidade: é isso que a Bapka quer produzir de agora em diante. Imprimir o futuro na WEB com textos informativos é lançar a marca Bapka ao universo digital com seu real valor.

“A preocupação com o meio ambiente e a comunidade nem sempre são valores transmitidos pela logomarca de uma empresa. O relacionamento direto com o público por meio da geração de informação é uma excelente forma de mostrar o real valor da marca” – diz Marcos André de Siqueira, da Share Market, que presta serviços para a Sorvetes Bapka.

É que uma marca não é só um nome, uma logomarca ou o significado visual de um símbolo. Ela é mais do que isso: é a alma de uma empresa. É como ela se comporta, como ela atente o cliente, como se posiciona em relação à comunidade e ao meio ambiente.

O blog da Sorvetes Bapka

E isso, agora, vai estar nos conteúdos que a Bapka irá publicar no seu site. “As pessoas querem sites que as ajudem a resolver problemas. Querem consumir conteúdos relevantes, exclusivos, de qualidade e que transformem seu dia a dia. Se uma empresa oferece esse conteúdo a seu público, não só será vista na internet, como se tornará uma referência na área em que atua”, afirma Paulo de Siqueira, jornalista especializado em geração de conteúdo corporativo.

A marca Bapka é atuante. “Somos ativos e participamos da sociedade, da comunidade ao nosso redor. E isso, aos poucos, é o que vamos mostrar no blog, no YouTube e em nossa forma de agir e interagir com o público. Essa é a marca que queremos imprimir, não só em papel, mas na mente e no coração do consumidor” – afirma Luiz Varela, presidente da Sorvetes Bapka.

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